quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Paixão PAGU

Estou fascinado por Patrícia Galvão. Indico esta autobiografia para tod@s. Colocarei aqui alguns trechos interessantes e depois podemos comentar um pouco mais.


"Durante todo o tempo em que convivi com meus, fui tratada por meus pais e meus irmãos mais velhos como é tratada a maioria das crianças. Eu não tive infância. Uma vez, você mesmo, Geraldo, falou na minha infância tranquila. Eu sempre fui, sim, uma mulher-criança. Mas mulher. E, ao contrário das outras, não me revoltava o trato infantil. Dissimulava minhas ideias formadas. Eu procurava parecer criança. Que complacência irônica quando comentavam minhas travessuras de criança! Era uma moleca impossível. Eu sabia que enganava todo mundo. Não havia nem conflitos, nem luta pró-independência. Eu me sentia à margem das outras vidas e esperava pacientemente minha oportunidade de evasão." (p.57)

"Há muitos dias não escrevo. Quando a luz brilha, só há luz e nada mais existe. E quando a angústia volta, ela é a vacilação constante. Tenho hesitado. Para que escrever? Para que tudo isso? Pense em desistir. Talvez não termine nunca. Essa pergunta-resposta para todas as perguntas e todas as respostas: 'Para quê? Para quê?'." (p.64)

"Eu me lembro que me considerava muito boa e todos me achavam ruim. As mães das outras crianças não queriam que eu brincasse com suas filhas... Só consetiam ali minhas irmãs. Eu nunca consegui perceber minha perversidade. Tinham me feito assim e jogado em paredes estranhas. Anda então sozinha." (p.53)


FERRAZ, Geraldo Galvão (org.) Paixão Pagu: uma autobiografia precoce de Patrícia Galvão. Rio de Janeiro: Agir, 2005.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Carta para a minha infância....

"Buiaiá,

Coma menos chocolate, menos frituras, menos gorduras.
Marcarrão com molho é gostoso. Tomote, cebola e pepino também são.
Corra mais. Não pare de jogar volei e nem de nadar, pois faz muito bem à saúde.
Você é lindo do jeito que você é. Não dê ouvidos para o que essas crianças antipáticas dizem sobre você.
Não perca tempo levando não das meninas. Invista nos meninos. É disso que você gosta.
Parabéns pelo esforço. E muito obrigado por me ensinar a amar a escola.
Você não vai deixar esse ambiente nem tão cedo.
Acho até que ficará nele até o fim dos seus dias.
Coma mais goiabas brancas. Elas vão sumir da face da terra.
Se possível, plante outro pé de goiaba branca no seu quintal.
Não tenha vergonha da sua mãe e nem se stress com seu pai.
Pra terminar... Não deixe sua avó beber.
Bata o pé!!!

Beijos!!!

Amo você!!!

Léo."



OBS: Esta carta foi escrita durante uma experiência vivenciada no curso de formação do ProInfantil, em 11 de  janeiro de 2010, no Hotel Winstor Guanabara. Proposta de trabalho apresentada por Núbia. Experiência MARAVILINDA!!!




quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Perdão, amoro! Foi mais forte do que eu.

Prometi ao meu amoro que dormiria. Doce ilusão! São 00:47 do dia 13 de janeiro de 2010, uma quarta-feira. Hoje minha prima de Júlia completa 10 anos de idade. Engraçado como parece que foi ontem o nascimento de Júlia. Que engraçado...

Mas o que me faz romper o contrato de silenciar os dedos essa noite são alguns bons motivos. Sei que ao mesmo tempo em que meus dedos falam, os olhos já não mais tão atentos estão esforçando-se para continuarem abertos, mas acredito na força desse cérebro que se acha o dono do corpo, para que ele possa além de “manter de pé” minhas pálpebras, amanhã às 6:3 possa mostrar todo o seu poder de persuasão a este corpo, mantendo-o inteiramente, e novamente com as pálpebras,“de pé”.

Talvez a necessidade de ver um início me faça estar aqui. Odeio idéias que não se iniciam. Não sei se odeio com a mesma intensidade as que não se concluem. Na verdade acho que não. Pois gosto de ver trabalhos iniciados. E sei que o início é sempre o ponto de partida. E quando partimos numa viagem sem roteiro, o que menos nos importa é o ponto onde queremos chegar. Muito mais o caminho que estamos percorrendo nessa viagem que, se pudesse, seria sempre sem fim. Como não pago nada para viajar dentro de minhas próprias inquietudes, dou-me o luxo de viajar sempre. E sempre reiniciar nova viagem sem rumos, sem roteiros e sem pré-intenções (pretenções).


 Amanhã, no sentido de que o amanhã é o que está entre duas noites de sono, colocarei os dedos a falar do momento em que estou vivendo. Por hora, sinto-me contemplado com o trabalho iniciado. Afinal, após suplicar ao cérebro e jogar a ele tão responsabilidade. Ele está me lembrando do compromisso que tenho. E de que amanhã às 6:30 tenho que estar de pé por inteiro.

Beijos a todos, mesmo que esse todos incluam apenas todos os eus existentes em mim nos diferentes momentos de confronto com esse mesmo texto.

_ Lá vai o pato.

_ Quê?

_ O pato.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Exegesis

"Lindo, hj (09/09/09 --- 00:44) nao consigo dormir pensando somente em vc... falei para o meu namorado o que aconteceu... eu nao consegui disfarçar, na verdade nem quis. Não sei como as coisas estão ai dentro de vc, mas quero muito que qnd vc chegar ai vc me dê um toque a cobrar para o meu celular 22-22222222... q vou arrumar um jeito de te ligar... ou entao deixe um depoimento no meu orkut com seu tel... bjos e mais bjos".Leo Peixoto.(depoimento extraido do meu orkut, porém não publico)
Tinhamos chegado a Belo horizonte ainda de madrugada, e fomos para o alojamento, esperar o dia clarear e com ele trazer toda a irreverencia peculiar ao Enuds(encontro Nacional Universitário de Diversidade sexual).Era minha terceira participação nesse evento e como fizera nas demais, tava louco para beijar, transar, enfim fazer o que me desse na telha...Ja tinha preparado o terreno na comunidade, feito vários contatos , marcado inumeras pegações, pois não nego que sempre fui adepto dessa arte, hehehe, fazia e gostava de fazer...sempre fui um puto, na totalidade da palavra...umas dessas pegações me aparece no saguão da reitoria da UFMG, olha bem na minha cara e pergunta:"quantos beijos vc vai me dar?minha reação foi o silencio...não que ele fosse feio, não fizesse meu tipo ou qq outro motivo que me levasse a dispensá-lo, pelo contrário, o achei gatinho desde que começamos a trocar scraps carinhosos na comunidade do encontro no orkut...voltei perto do meu amigo Raí e com a inescrupulosidade da raposa da lenda, desenhei o quanto pude...porém como diz o velho e bom ditado:quem desdenha quer comprar...Me fechei em copas, rebati toda e qualquer cantada, fugi de beijos, de sexo, da putaria que tanto me atraía nos eventos anteriores...aquele menino me inquietava, não parava de me torrar o saco, vinha com uma cara de cachorro que caiu da mudança sabe? me pedindo um beijo com seus olhos que me penetravam , me agoniavam de cujo foco eu procurava fugir...mesmo morrendo de vontade beijá-lo resisti ao máximo...há mas qual o problema de beijar alguem? como sempre diz minha amiga Alcemir:"um beijo, um copo de água e um boquete não se nega a ninguém"...mas eu sabia la no fundo que o beijo não seria apenas um encontro de lábios...eu não sabia porque...nem como...mas minha alma ja o amava desde a primeira vez que o vi...mas como que loucura? o cara mora no rio de janeiro, eu moro em recife...não dá...portanto é melhor deixar quieto...nada de beijo...isso passa...não passou...e graças a insistência desse menino "chato"cedi não so um beijo, como vários e além disso lhe cedi meu corpo...sem saber explicar me atrapalhei todo no sexo com ele, era diferente, algo estava mudado, não era como as diversas vezes que transei com caras, muitas vezes desconhecidos que nem o nome me interessava perguntar, fiquei nervoso, algo que sinceramente me ocorrera poucas vezes na cama...no outro dia mal nos falamos...pensei:devo ter sido péssimo de foda e ele já deve estar com outro...ué mas não fora apenas uma foda... ele voltou a me olhar com aquele olhar de pidão, e dormirmos juntos na ultima noite do encontro...passamos o dia como dois namorados...mesmo sabendo que ele ja tinha um namorado, e que o mesmo o esperava na sua volta à normalidade... ele se foi...senti como se tivessem me arrancado um braço, uma perna, ou seja uma parte de mim... mas tinha que aceitar o fato...milhares de quilometros nos separavam.. cada um tia sua vida independente...não existe "amor a primeira vista"...mas nenhuma dessas desculpas me consolavam e chorei..chorei...e quando cheguei em recife que abri meu orkut, este depoimento saltou nos meus olhos e me deu uma esperança...o que eu sentia era recipocro...caralho ele me quer,assim como eu o quero...sim aceito namorar você...naquele momento não sabia como se daria esse relacionamento, mas sabia apenas que o HOMEM DA MINHA VIDA tinha chegado e eu o queria comigo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

25 aninhos....

Hoje eu completo 25 anos de idade. Confesso que não sou muito fã do meu aniversário. Na verdade eu gosto muito, mas não sou adepto à comemorações. Prefiro algo mais intimista. Entendem?
Pois bem, mas adoro o dia do meu aniversário e quero destacar outras coisas importantes que referem-se ao dia 04 de janeiro:

  • 04 de janeiro de 1643 - Nascimento de Isaac Newton
  • 04 de janeiro de 1809 - Nascimento de Louis Braille
  • 04 de janeiro de 1785 - Nascimento de Jacob Grimm
  • 04 de janeiro de 1839 - Nascimento de Casimiro de Abreu
  • 04 de janeiro de 1941 - Falecimento de Henri Bergson
  • 04 de janeiro de 1988 - Falecimento de Henfil
  • 04 de janeiro de 1875 - Fundação do Jornal o Estado de São Paulo
  • Dia do Hemofílico (Brasil)
  • Dia Mundial do Braille

domingo, 3 de janeiro de 2010

Quantas vezes você vai me beijar mesmo?

Confesso que durante esse período de contatos apenas virtual eu ficava sempre entrando na comunidade do ENUDS pra ver se John havia deixado algum recadinho pra mim, mas não passava pela minha cabeça estabelecer uma relação RJ x PE, não criei expectativas e nem fiz planos para além do ENUDS.
Ah! Vale destacar aqui uma coisa que ainda não comentei: eu moro no Rio de Janeiro e John em Recife.
Eis que chegou então o dia 03 de setembro de 2009, uma quinta-feira há exatamente quatro meses. Quando cheguei ao aeroporto encontrei com Luciano, um amigo que já havia conhecido em Belém, no Pré-Enuds em 2007. Não viajamos no mesmo voo, mas combinei de esperar Luciano no aeroporto em BH.
E foi o que fiz. Enquanto rumávamos para a UFMG, perguntei a Lu sobre John. Ele me disse que John era muito fácil. Que se eu quisesse ficar não ia ter problemas. E disse outras coisinhas que não vou falar agora... kkk Mas que me deixaram bastante entusiasmado.
Ops! Tenho só que fazer uma observação importantíssima. Alguns dias antes de viajar para BH eu conheci um paraense que mora aqui no RJ. Um cara fantástico, do CARALHO mesmo. Vou chamar de Bernardo, afinal foi o primeiro nome que ele havia me dado... rs Mas depois descobri que o nome não era esse. Esse tipo de coisa é muito comum entre os gays. Muitas vezes o cara te conhece e diz o nome dele errado. Pra tentar preservar a sua identidade. Na verdade não vou fazer nenhum juiízo de valor aqui. Acho que pra muitos isso é necessário. O que acontece é que conheci Bernardo e estava louco para estabelecer com ele um relacionamento, na verdade eu estava louco para namorar com alguém. Meus relacionamentos sempre foram muito efêmeros. Mas avisei para ele que eu iria para o ENUDS e que lá poderia acontecer alguma coisa. Ele me fez apenas um pedido: Que eu não trouxesse nada de lá pra cá. Como a única pessoa que me interessava, a princípio era o John, eu achei que isso jamais aconteceria. Doce ilusão!
Chegamos à UFMG e fomos para o hall da Reitoria onde estava sendo feito o credenciamento. Na chegada encontrei com várias pessoas de Pernambuco que eu já havia conhecido em Belém. E entre eles John Keven. Olhei para John e perguntei: "Quantas vezes você vai me beijar mesmo?" Confesso que não lembro da resposta de John, mas sei que não foi nenhum pouco empolgante. Talvez um riso. Acho que foi isso. Só um sorriso por obrigação. Que raiva que me deu.... rs
Percebi então que ele estava com um cara, um negro, bem grandão. E sempre muito próximo dele. Pensei ser o namorado de John e entendi então o motivo de sua pouca empolgação. Ou então vai ver que ele não havia se interessado por mim. Será que ele me achou gordo? Feio? Tentei não me grilar. Mas não desisti de dar em cima dele. E nem de outros que estavam por lá... rs
Tentei me alojar no mesmo quarto de John, mas não consegui. Tentei então ficar na mesma equipe do Enuds out games (acho que é assim que se escreve... rs) E dessa vez tive sucesso, mas acho que ele não se agradou muito não. Eu nem liguei... rs.
Rumamos então para o alojamento...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Jogo do beijo...

Tudo começou quando entrei na comunidade do VII ENUDS e comecei a participar do Jogo do Beijo. Tínhamos que dizer se beijávamos ou não a pessoa acima. Eis que foi rolando o seguinte papo:





Depois que vi esse recadinho do John, confesso que não gostei da foto que estava no perfil, mas entrei no álbum dele e decidi dar uma espiadinha.  Fiquei fissurado por esta foto aqui ao lado. Olha, sei que imagem não é tudo, mas confesso que nessa situação eu não posso dizer que retribui o beijo pq John era uma pessoa "legal", mas sim pelo imaginário que criei dele. Primeiramente achei ele lindo, cara de macho, marxista, estudante de ciências sociais, filosofia, história ou algum outro curso de pessoas inteligentes... rs Cara de beberrão, maconheiro... Bem estilo macho mesmo... rs Claro que não passou pela minha cabeça nenhum relacionamento com esse pernambucano, mas imaginei que seria um cara interessante para ficar no ENUDS. Então decidi retribuir o beijo....
















sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Do nome do blog...

Bom, esse blog antes se chamava "uobscuro". Por isso que ele era em homenagem aos obscuros listados lá no primeiro post de 2009. Mas agora é claro que o nome é dedicado ao meu único amoro: John Keven.

Primeiras palavras...


É claro que quem escreve tem a intenção de que um dia seus escritos encontrem algum leitor por ai. E é lógico que ele quer que sua escrita seja no mínimo agradável para que o leitor possa interessar-se em ler tudo o que ele tem a dizer. E esta é a minha intenção. Não que eu me pretenda escritor. Sou professor. Isso sei que sou. No mais sou apenas alguém que no primeiro dia do ano de 2010 às 05:55 da manhã senta em seu laptop após ter revisto o seu filme preferido decide fazer aquilo que Satine ordena a Christian: “Conte nossa história a todas as pessoas.” Não sei se exatamente com essas palavras, mas as aspas aqui servem para dar voz a memorável personagem vivida por Nicole Kidman em Moulin Rouge.
Então hoje decido aqui fazer duas coisas que eu muito queria. A primeira é escrever um livro. Não sei se de fato estes escritos chegarão a se tornar um livro propriamente dito com capa, contracapa, índice, capítulos e etc. Mas com a facilidade da internet, no mínimo um e-mail encaminhado aos meus amigos ele se tornará. E, somente pelo fato de ter textos e páginas, começo, meio e fim, já posso dizer que o meu leitor ou minha leitora tem o livre arbítrio de imprimir este texto, fazer uma capinha, encadernar e colocar em sua estante de romances. Muito me honraria saber que alguém possui este texto como seu “livro de cabeceira”. Mas, narcisismos a parte, vamos logo dizer sobre o que escrevo.
Assim como Christian, escrevo sobre o amor. E assim como o texto finalizado por ele, o meu inicia-se dizendo que esta é a história de um amor para sempre. Um amor que se inicia no ano de 2009, este que literalmente acabou de acabar e que tenho a certeza que durará até o fim dos dias de minha vida. Engraçado como este ano de 2009 foi um ano “Espetacular! Espetacular!” para mim. Iniciando com a conclusão da minha graduação, passando pela minha posse no concurso público da prefeitura, dando seqüência com a experiência fantástica que estou tendo como professor da Rocinha e indo até a minha aprovação no mestrado. Tudo isso e muito mais nesse curto período de um ano.
Esse muito mais, logicamente tem a ver com as pessoas que marcaram a minha vida ao longo desse ano, não vou aqui ficar citando uma a uma para não cometer injustiças, mas destacarei a mais importante de todas e o verdadeiro motivo de meus escritos: John Keven Nunes Silva. Este é o cara. Este foi o maior de todos os encontros que já tive em minha vida. E que surge assim meio que do nada, mas que mudou de tal forma a minha vida que já nem sei mais onde termino e onde começo sem ele. Nossos corpos, nossas almas, nossos corações, tudo, tudo se misturou de tal forma que posso dizer com toda a certeza que nós somos um só corpo e um só espírito.
Não quero ser leviano e dizer que jamais havia amado em toda a minha vida, afinal de contas eu tenho certeza que amei aquela menina do ensino médio que me fez largar um buquê de rosas vermelhas no pátio da escola, porque no dia do seu aniversário, que coincidia com o retorno das nossas aulas, ela não compareceu e sequer me avisou que não iria. Também amei aquele cara que namorava um louco que me ameaçou de morte e que me fez trocar de telefone em casa, pois eu tinha medo que minha mãe descobrisse que eu era gay. Amei também o outro que tinha quase a mesma idade que a minha mãe e que foi o único, antes do John que minha mãe conheceu pessoalmente. Na verdade esse eu sofri pra caramba por amor. Nossa!
Cheguei até a pensar que eu não nasci para ter ninguém. Que o meu destino seria viver amando e não sendo amado. Lembra do que a cíntira dizia no espetáculo escrito por Christian (voltando ao Moulin Rouge)? “A coisa mais importante da vida é amar e, em troca, ser amado”. Pra mim isso estava muito longe de acontecer, até que me deparei com O HOMEM DA MINHA VIDA. E, pessoas, posso falar uma coisa para vocês? Se vocês estão ai sofrendo, querendo encontrar o amor da vida de vocês, NÃO DESISTAM!!! Ele existe. Ele é real. E quando você encontra você vê que todos os amores de antes todos foram apenas pontes para que o encontro entre vocês acontecesse. Agora usei as palavras do meu poeta favorito Jorge Vercillo.
Bom gente, é claro que essa estória não vai ser toda contada agora, afinal de contas já são 06:30 da manhã estou cheio de sono e amanhã tenho que encarar um campeonato de buraco e um torneio de futebol, ambos tradição de inicio de ano aqui da família, mas prometo que tentarei finalizá-la para me dar de presente na próxima segunda-feira, dia 04 de janeiro, quando completarei 25 anos. Beijos e Feliz 2010 para todas e todos. Até daqui a pouco.


MOMENTO DESABAFO: Estou de volta. Ainda estamos no primeiro dia do ano. Agora são 15:08. E quero fazer aqui uma pausa para um desabafo. Puta que pariu! Como pessoas sexualmente mal resolvidas são um problema para o sociedade. Que raiva que eu tenho desses idiotas que se acham os mais engraçados do mundo e que não conseguem ganhar ninguém em um discurso e precisam se vangloriar depreciando os outros. A você, seu grande idiota, desejo apenas uma coisa: Que seu filho seja um “viadinho” como eu, na realidade como você também. Mas que ele tenha a coragem de assumir para a sociedade assim como eu tenho. Sei que é uma coisa quase impossível, pois um ser como você dificilmente conseguirá fazer algo de bom. Mas eu ainda acredito é na rapaziada.
Você é uma farsa! Um pobre medíocre. Um grande fracassado. Sua vida é uma tragédia. Basta olhar o seu passado. Você vive zombando da vida dos outros para dissimular a sua própria história. Cada palavra sua serve para alimentar o seu próprio ego. Você nada mais é do que um parasita. A força da sua energia está na tristeza do outro. O grande derrotado é você. Mas agora chega, não vou mais gastar energia com seres como você. Continue a sua vida assim que eu continuo aqui com a minha cheia de sucessos e realizações. Boa sorte! Feliz 2010. E desejo do fundo do meu coração que a partir desse ano você possa ter uma vida cheia de realizações para lembrar, para não ter que perder o seu tempo criticando a vida dos outros.
Nesse momento aqui decidi colocar esta postagem no meu blog. Acho que tem mais cara de blog isso que estou fazendo. E é bom porque lê quem quer. Não vou ficar forçando ninguém a ler um texto meu. Vai estar aqui. Quem achar interessante vem e lê. Mas não vou me preocupar com as normas cultas da língua portuguesa, até porque o importante é se comunicar. Depois quem quiser encadernar estes posts e colocar na estante, favor, tenha o trabalho de revisar os textos. O meu papel aqui é escrever. E quando escrevo com a emoção, confesso que o que menos importa é a forma. Entendam como quiser! Agora chega de desabafo, vou voltar a falar de pessoas que realmente interessam.